|
|||||
|
Frederico Gomes assumia o seu favoritismo para o Rali Torrié, no que ao Citroen Racing Trophy diz respeito, mas logo no final da primeira especial, um problema de motor quase fazia o piloto abandonar a prova. «Iniciámos o segundo dia com pneus para chuva, mas o piso secou rapidamente e os pneus perderam eficácia, limitando muito a nossa prestação, tanto mais que o motor do C2 não estava com a máxia saúde», dizia Frederico Gomes, concluindo que «foi o resultado possível atendendo às muitas dificuldades que passámos ao longo da prova, tendo em conta que o motor do C2 nunca esteve em condições. Podia ter sido melhor, mas os ralis são mesmo assim». O arranque do Campeonato de Portugal de Ralis não foi de todo fácil para a equipa Martinho Ribeiro e Paulo Marques. A fazer a sua estreia com o Renault Clio S1600, a dupla tinha centrado os seus objectivos em rodar o máximo possível com o carro, mas tal não foi possível, já no decorrer da PEC 2, Serradela 1, tiveram uma saída de estrada que obrigou-os a terminar por ali a sua participação no Rali Torrie. Uma embraiagem menos cooperante, não permitiu que o Ford Fiesta de José Carlos Magalhães Marco Leça pudesse fazer melhor, vindo a terminar o Rali Torrié na 20ª posição à geral e quarto entre os participantes no agrupamento de Produção. José Carlos Magalhães levou o Ford Fiesta até ao final, atingindo os objectivos a que se propunha como nos explicou “ fazendo um, balanço desta prova, nem correu mal, nem correu bem, pois fiz o rali inteiro sem embraiagem, mas a verdade é que levamos o carro até ao final, pois o meu objectivo era terminar e pontuar o que conseguimos”. Paulo Antunes também não teve um rali nada fácil. Muitos problemas de adaptação ao carro no Shakedown, devido á chuva, fizeram o piloto suspirar pelo C2 R2 Max, que tripularam em 2009. Contudo, o rali foi em seco e Paulo Antunes esteve mais à vontade, gostando do comportamento do carro. Contudo, o motor começou a pingar óleo e a perder rendimento, pelo que o abondo foi inevitável. Também Vitor Sá não concluiu a prova, mas bem se pode dizer que "escolheu" mal o local para ter uma ligeira saída de estrada. Aliás, não foi a saída de estrada que o fez desistir, mas sim um buraco, em pedra, onde a roda traseira caiu por momentos partindo a jante e entortando a suspensão. Foi mesmo galo para Vitor Sá!!!
|
|||||
|
|
|||||